CHINA-SONHO IMPERIAL

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  • A China. O Sonho Imperial, de Arnaldo Gonçalves, oferece uma análise abrangente da política externa chinesa e da sua ascensão no sistema internacional ao longo das últimas quatro décadas. O autor explora como a China, desde as reformas de Deng Xiaoping, rompeu com o isolamento maoísta para se tornar uma potência económica e política global, com influência crescente nas dinâmicas internacionais.

    Dividido em sete capítulos, o livro traça a trajetória da diplomacia chinesa, desde a era pragmática de Deng até à liderança expansionista de Xi Jinping. Examina temas como a relação especial com a União Europeia, a rivalidade estratégica com os Estados Unidos, as implicações do projeto da Nova Rota da Seda e o fortalecimento militar da China. Reflete ainda sobre o paradoxo entre o discurso de paz e a assertividade territorial chinesa no Mar do Sul da China.

    Combinando análise histórica, política e geoestratégica, o autor questiona o futuro da China como superpotência e o seu impacto na ordem internacional. Esta é uma leitura indispensável para compreender as ambições, desafios e contradições de um país que redefine o equilíbrio de poder global.

  • Procurei um título apelativo mas não gritante, tipo “a ameaça chinesa”
    ou a “China conquista o mundo”. Ele retrata o “mindset” do líder chinês
    Xi Jinping que quer tornar a China uma potência hegemónica, rival dos
    Estados Unidos e poder dominante em todo o Pacífico.

  • O académico Arnaldo Gonçalves apresenta a sua mais recente análise geopolítica, “A China. O Sonho Imperial”, amanhã, dia 22 de Janeiro. O lançamento do livro, que promete uma discussão aprofundada sobre a ascensão da China como superpotência, está marcado para as 17h30 no histórico Grémio Literário, em Lisboa.

    O evento contará com uma mesa de convidados de peso, incluindo o comentador da RTP e professor da Nova School of Law, Felipe Pathé-Duarte, e o Major-General João Vieira Borges, presidente da Comissão Portuguesa de História Militar. A entrada é livre, mas requer inscrição prévia devido aos lugares limitados.

    Na obra, Gonçalves, antigo consultor do Governo de Macau e professor de Ciência Política, traça a trajectória da política externa russa ao longo das últimas quatro décadas. O livro estrutura-se em sete capítulos que examinam desde a transformação económica e o afastamento do isolamento, passando pelas relações complexas com a União Europeia e a dualidade estratégica com os Estados Unidos, até à análise de projectos como a Nova Rota da Seda e o robustecimento militar chinês.

    Um dos focos centrais da análise é o paradoxo entre o discurso oficial de paz e a assertividade territorial e marítima observada, nomeadamente no Mar do Sul da China. O autor afirma que a motivação para este estudo surgiu da percepção de que existe uma escassez de análises sobre a China em Portugal que não estejam associadas a interesses comerciais específicos, posicionando-se explicitamente do ponto de vista dos interesses da Europa e do Ocidente.

    O livro chega às livrarias num contexto de renovada atenção sobre o papel da China na ordem global, oferecendo uma perspectiva histórica que contextualiza as acções actuais de Pequim.

  • Sendo a segunda potência económica mundial a China aspira a ser também uma grande potência militar e esse objectivo não está tão longínquo quanto se afirma. Em cem anos a China poderá ombrear aos Estados Unidos. A armadilha de Tucídides pode tornar-se uma realidade. 

  • A China do socialismo de características chinesas da nova era, como lhe chamou Xi Jinping, no XX Congresso do Partido Comunista Chinês, quer reescrever as regras da ordem internacional, mas está por esclarecer se se propõe fazê-lo contra as instituições da ordem internacional ou em colaboração com elas. No primeiro caso é um conflito armado mundial é previsível.  

  • Entender o papel central da China no sistema mundial e como os chineses olham o mundo, o Ocidente e a Europa, e consideram o seu sistema superior ao nosso modo de vida que consideram decadente. A elite chinesa não quer a democracia tipo ocidental e privilegia a obediência, a ordem e o colectivo à afirmação da individualidade do ser humano.

    A maioria dos chineses já sabe que o governo é autoritário, e eles aceitam-no, pois a China sempre foi autoritária desde que o mundo é mundo. Uma explicação é a raiz confucionista da cultura chinesa, que exige obediência hierárquica, subordinação do individual ao colectivo, frugalidade, disciplina no trabalho.

  • Este é o blog de apresentação do meu novo livro A CHINA. O SONHO IMPERIAL. Nele encontrarão novidades sobre o lançamento e apresentação, bem como adquirir o livro via postal. Tomo a responsabilidade de vos enviar com dedicatória por via postal, a preço de lançamento que inclui apenas os portes postais.